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16/06/2004 14:45
sem título
Dos medos q me tangem,
Da melancolia q me condena,
E q ao msm tempo me liberta,
Vejo a aurora por uma luneta,
Ás vezes de forma linear,
Qndo naum, vem aquele tal desalento da alma, sabe?
A tristeza, q segundo Freud passaria,
continuou...
Naum era apenas um desses momentos desalegres,
era mais do q o simples "isso"
me sentia ofegante como brisa gelada de inverno,
Contínua, durante todo o ano,
Depois de tempos de espera,
Luta retílinea, impregnada
E acima de tdo trágica,
mas com um leve ardor satírico
Logo amanheceu...
Um pouco nublado de primeira estância,
Mas logo á tardesinha com a descoberta do sol,
Tive vontade de fechar os olhos,
E sem perceber adormeci.
enviada por tânia matos
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